Assine o Feed desse BlogVictoria Frances.
Carlos Fuentes, por Roman Riva.
Contatos amazônicos do terceiro grau Da obra de Márcio Souza TEMPORADA AOS SÁBADOS Hora: 20:00 h Análise - Vestibular 2000 Análise - Vestibular 2001 O conto no Amazonas A cidade perdida dos meninos-peixes O beija-flor e o gavião O urubu albino Índice de citações.
Amazônia: Literatura e Cultura - 16, 17 e 18 de maio Veja a programação completa em: http://poeticasdoimaginario.blogspot.com.br/.
? Luis Royo.
Rua Municipal, atual 7 de Setembro. O entrançado de fios já antecipava a esculhambação de hoje.
O porquê da arte e do fazer artístico são perguntas que, formuladas de várias maneiras, cada qual dando, a seu modo, a resposta que lhe convém, resultam sempre em justificativas e explicações contraditórias. Segundo Celso Kelly, referindo-se exclusivamente ao trabalho do artista plástico, é disto que “saem coisas, compreensíveis ou não, sem qualquer sentido utilitário”. Assim, também, com a poesia. Entre os poemas estróficos, realçam a Vilanela, o Pantum, a Terça Rima, e o Leixa Prem.
A literatura amazonense contemporânea – nota de abertura Allison Leão e Vera do Val Antes de começarmos esta conversa sobre Literatura amazonense contemporânea, acreditamos que algumas coisas devem ser postas às claras. Louvamos o trabalho da empresa contratada para a organização e execução deste evento. Louvamos a curadoria do Rogério, que se esmerou em trazer para nosso convívio nomes significativos da Literatura brasileira. Obrigado, Rogério. As ausências. Obrigado, Tenório Teles. 05.
Jiansong Chen.
Zemaria Pinto Teatro indígena, teatro urbano. De um lado, a reflexão sobre a mitologia amazônica, sem exotismo, sem folclore, usando a tragédia clássica como paradigma. De outro, a fragmentação, o humor, o sarcasmo, o deboche mesmo, “o riso como arma contra a alienação”. Equivocadamente, a peça é indicada àquele público. Moça Juruti retornada em tajá e o guerreiro, em sapo, transformam-se no remate mais sensato dessa história... cozinhar. Tal como Orfeu, Tarô-Bequê fracassa. (...
A rua da Instalação era uma espécie de shopping a céu aberto.
Ela vem do grego, poiesís, ‘poesia’, poíema. - atos, ´poema, poesia = poema’ ; poíetes ‘poeta’; poiétria, ‘poetisa’; poíetikós, ‘poético’; poietikeúomai, poetar, poetizar, são co-radicais derivados do verbo gr. poiéõ, fazer; fabricar, executar, criar, produzir; agir, ser eficaz; compor um poema; conseguir, núcleos semânticos que, de um modo geral, coexistem nas palavras de início referidas . Em latim varias palavras dessa origem ocorrem tomadas por empréstimo. ” .
Devia ser uma delícia, sair da ópera todo emperiquitado e enfiar o pé na lama.
Karol Bak.
Por ser fora do comum, a obra de Antonin Artaud precisa de instrumentos incomuns para ser analisada e melhor entendida. Ao propor a “estética da vertigem”, busco compreender não apenas a obra de um autor em particular, mas todo o universo romântico, desde seus precursores até nossos dias. Artaud, em A paixão de Joana D'Arc, de Dreyer . Aqui não podemos admitir o reducionismo didático de que o Romantismo acaba quando começa o Realismo ou o Simbolismo. A vertigem é o não.
Amanhã, 27, a AAL faz uma homenagem póstuma ao poeta Farias de Carvalho: a medalha Péricles Moraes. Aberto o precedente, de Gaspar de Carvajal a Tonzinho Saunier, todos os escritores mortos do Amazonas são homenageáveis... Mas quem sou eu para pretender interpretar os desígnios dos sábios acadêmicos? Carlos FARIAS Ouro DE CARVALHO ... Mas Renato está melhor que todos nós, passeando pela Europa, cavando e vagando para esses que aí estão, atravancando o seu caminho.
Coronation. Richard Heskox.
O quartel, sem a praça.